“Em menos de um ano, o iPad emergiu também como uma plataforma poderosa para o comércio eletrônico. Alguns varejistas relatam que mais de 50% do tráfego móvel chegam pelo tablet da Apple, conforme dados da Forrester que, inclusive, cunhou um novo nome para essa tendência: t-commerce, de tablet commerce. Mas, ao invés de gerar novas vendas, o t-commerce tende a crescer na captura e canibalização do tráfego baseado em PC. O e-commerce cresce a um ritmo de dois dígitos anuais e os varejistas o expandem para plataformas móveis para compensar a queda de vendas equivalente nas lojas físicas.

O iPad é líder dessa expansão, mas novas ofertas de dispositivos equipados com Android, como o Samsung Galaxy Tab e o aparelho da T-Mobile, o G-Slate, devem completar as opções. Projeções da Forrester indicam que as vendas de tablets poderão passar do 80 milhões em 2012 para 200 milhões de unidades até 2014. Para o varejista online, a oportunidade é única. Proprietários de iPad são tipicamente ricos e, portanto, propensos a gastar dinheiro de forma online em primeiro lugar. Quase 95% dos proprietários de iPad têm rendimentos altos, segundo pesquisa do Yahoo.”

Via Meio & Mensagem

No Brasil, esta tecnologia ainda caminha devagar, visto o preço deste gadget não ser tão acessível assim à população, porém, administradores de e-commerce já encontram usuários da tablet entre os seus clientes. É importante ficar atento à estas tendências do mercado, que voa nas asas dos dispositivos portáteis, otimizando conteúdos e adequando linguagens para que estes usuários não se sintam excluídos e encontrem o que procuram no seu site, de forma rápida e precisa, afinal, o consumidor 2.0 não tem tempo a perder.

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