Olááá! Hoje vamos falar de um assunto que pode até parecer manjado e desgastado, mas que ainda dá muito pano pra manga: afinal, o que querem os consumidores? Essa pergunta parece ser simples de ser respondida e muitas pessoas costumam responder logo de cara: preço! Mas será que é só isso?

Evidente que não é apenas um bom preço que agrada ao consumidor. É preciso mais que apenas um preço baixo. Então tudo bem, vamos oferecer o pacote “preço e qualidade”. Desculpe-me as empresas que ainda pensam assim, mas isso já não é mais diferencial, é obrigação. Seu consumidor espera muito mais do que um produto de qualidade. E bom preço não significa ter um preço baixo. Ao contrário, os consumidores desconfiam de um preço muito baixo. Então, se não é só preço e qualidade, o que querem os consumidores?

Eu lhes digo meus queridos: eles querem a sua atenção.

Especialistas são unânimes em afirmar três requisitos essenciais na relação entre as empresas e seus clientes: confiança, diálogo e reconhecimento.

Sim sim, você tem que dar atenção aos seus consumidores. Dar-lhes a devida importância. São eles que movem o motor da sua empresa. Eles sabem disso. É necessário estabelecer uma boa relação com os seus clientes, ouvi-los, entendê-los, ponderar sobre as suas considerações, afinal, são eles que consomem o seu produto ou serviço. Ninguém diz que seu próprio filho é malcriado, não é mesmo? Muitas vezes as pessoas envolvidas no processo não conseguem enxergar e apontar os erros dentro da sua própria empresa, por mais treinadas e capacitadas que sejam. Isso não ocorre porque são maus profissionais ou nada parecido, mas porque o conhecimento tão afundo de uma coisa nos faz com que respondamos determinadas questões sobre ela sem nem mesmo analisarmos de um outro ponto de vista. Lembre-se de quem consome o seu produto pode não conhecer tão bem a sua empresa quanto você. Na verdade, ninguém vai conhecer a sua empresa melhor do que você. Aos poucos, perdemos a “manha” de olhar nosso produto ou serviço com os olhos do consumidor. Então deixemos que ele faça isso por nós. E nos diga o que achou.

Hoje, no mercado, essa afirmativa já é uma realidade. Podemos conferir centrais de atendimentos super atenciosas e comprometidas com o cliente, sites cada vez mais atraentes e aconchegantes e empresas ativas em redes sociais. Tudo isso é muito bacana e demonstra ao consumidor que você quer ouvi-lo, que se interessa e se importa. Desde que haja interação entre a empresa e o consumidor, porque não adianta ter as ferramentas se não utilizá-las, não é mesmo?

Muitas empresas caem na besteira de criar seus perfis em redes sociais, fazerem um layout lindo, colocarem os links em seu site, e… abandonarem as redes. Não adianta criar apenas por criar, por seguir a modinha. O empresário e as equipes de marketing tem que entender as redes socias e a internet como uma ferramenta PODEROSÍSSIMA de relacionamento com o consumidor. Lá ele te expõe, lá ele te xinga, te elogia, chama sua atenção, e é lá que ele quer que você responda. De alguma maneira, responda. E o mais legal é que estas ferramentas são gratuitas ou custam muito pouco. Por que então tanto medo em utilizá-las?

O fato é que o consumidor contemporâneo quer muito mais que o seu produto – um bom produto e de boa qualidade – ele quer falar com você, interagir, dar ideias, dar dicas, sugestões, críticas. Ele quer ser ouvido. Muitas empresas já perceberam isso e já estão criando estes laços com o cliente. E se continuarem a fazer isto da maneira bem feita como vêm fazendo, meu amigo, adeus concorrência.

Durmam com esse barulho.

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